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quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

CURIOSIDADES - Hare Krishna - Krishna Das



FUNDADOR

Abhay Charanaravinda Bhaktivedanta Swami Prabhupada (Bengali: অভয়চরণারবিন্দ ভক্তিবেদান্ত ) (1 de setembro de 1896 -14 de novembro de 1977) foi um líder religioso indiano, fundador da Sociedade Internacional para a Consciência de Krishna, comumente conhecida como Movimento Hare Krishna. Nascido em Calcutá, Prabhupada migrou para os Estados Unidos em 1965 e surgiu como uma figura importante da contracultura ocidental, apresentando a cultura védica a milhões de pessoas em todo o mundo.
Apesar dos ataques de membros da comunidade acadêmica e de grupos de apologética cristã, Prabhupada recebeu acolhida favorável de muitos estudiosos da religião, tais como J. Stillson Judá, Harvey Cox, Shinn Larry e Thomas Hopkins, que elogiou as traduções de Prabhupada e defendeu seu movimento contra as imagens distorcidas e as más apresentações veiculadas pela mídia.
Prabhupada foi descrito como um líder carismático, no sentido usado pelo sociólogo Max Weber, devido à sua bem-sucedida aquisição de seguidores nos Estados UnidosÍndiaAustrália, países da Europa, da África e outras regiões. Após sua morte, seu Movimento continuou a crescer e desenvolver-se, embora tenha havido controvérsias sobre sua sucessão.

Os propósitos da ISKCON

Ao fundar a ISKCON, Srila Prabhupada elaborou sete propósitos para a união no espírito de devoção, cultivando a pura consciência a serviço amoroso de Deus. São eles:
  1. Propagar sistematicamente o conhecimento espiritual entre a sociedade em geral e educar todas as pessoas nas técnicas da vida espiritual a fim de sustar o desequilíbrio de valores na vida e alcançar a verdadeira unidade e paz mundiais;
  2. Propagar a consciência de Krishna, como é revelada no Bhagavad-gita e no Srimad Bhagavatam;
  3. Unir os membros da Sociedade uns coms os outros e torná-los mais próximos de Krishna, a entidade primordial, de modo a desenvolver a idéia, entre os membros e a humanidade em geral, de que cada alma é parte integrante da qualidade de Deus;
  4. Ensinar e encorajar o movimento de sankirtana, canto congregacional dos santos nomes de Deus, conforme é revelado nos ensinamentos do Senhor Sri Caitanya Mahaprabhu;
  5. Erigir, para os membros e para a sociedade em geral, um lugar sagrado de passatempos transcendentais, dedicado à Personalidade de Krishna;
  6. Manter os membros unidos com o objetivo de ensinar um modo de vida mais simples e natural;
  7. Tendo em vista o cumprimento dos propósitos supramencionados, publicar e distribuir periódicos, revistas, livros e outros escrito.

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

O futuro sustentável



Com a mão na massa e uma conexão total com a natureza, uma escola de Bali inova ao relacionar na prática o conceito de sustentabilidade ao ensino. Foto: Carol da Riva
Passeando no campus da Green School, uma escola internacional em Sibang Kaja, na Ilha de Bali, Indonésia, você se imagina explorando o esconderijo de um mundo perdido. Localizada num cenário paradisíaco, todas as construções são feitas de bambu e tijolos de lama e palha. Os caminhos são demarcados por pequenos seixos, o mobiliário é feito de madeira esculpida e velas de barco assumem o lugar das janelas em algumas salas e aula. Entre as classes, árvores enormes, coqueiros, terraços de arroz de todos os matizes de verde sendo traçados por búfalos, jardins floridos e hortas em volta das salas de aula, onde os alunos plantam e colhem vegetais, tomates, pepinos, cana-de-açúcar e cacau. Um ambiente acadêmico ecologicamente saudável onde estudam 272 crianças (dos 3 aos 17 anos de idade) de 47 nações (10% delas balinesas bolsistas), que nasceu do sonho de um canadense apaixonado pelos balineses, John Hardy.
Hardy era daqueles garotinhos que choravam para ir à escola. “Minha escola foi construída pelas mesmas pessoas que ergueram o hospital e o manicômio, com o material. Não era permitido pensar fora da caixa. Eu detestava estudar”, diz. Em 1975, com 25 anos se mandou para Bali, conheceu a sua mulher, Cinthia, e montaram uma pequena joalheria. O negócio cresceu. Ganhou filial em Hong Kong, depois Nova York. Em 2007, vendeu a empresa e se aposentou. Vivia uma vida de rei em Bali, até que sua mulher o convidou para ir ao cinema ver o filme do Al Gore, Uma Verdade Inconveniente. John resmungou, mas foi. “Esse filme arruinou a minha vida. Pensei que, se somente uma parte do que Al Gore disse for verdade, meus quatro filhos não terão a mesma vida que eu tive. Nesse dia, eu decidi passar o resto da minha vida lutando para melhorar as suas possibilidades.”
John apostou na educação. Sonhou com uma escola verde, que ligasse a vida das pessoas ao ensino. Mandou chamar os arquitetos balineses. A escola precisava inspirar e servir de exemplo em cada ato, com o máximo de respeito à comunidade local e aos seus costumes. “Aqui em Bali, ninguém entra de sapato na casa dos outros. Foi essa a metáfora que dei”, diz. Também proibiu o uso de material químico, derivados de petróleo ou madeira nativa. “Como pode uma escola falar sobre sustentabilidade com os alunos sentados em carteiras de madeira, quando essas estão praticamente extintas em Bali?” Foi, então, que pensou no bambu. “Com três meses, o bambu sai da terra e ultrapassa a altura de um coqueiro. Com três anos, pode ser colhido.” E assim fez a escola.
Quem visita a Green School fica encantado com o seu urbanismo, arquitetura, paisagismo e sustentabilidade. O prédio principal, no centro do campus de 8 hectares, é uma imensa estrutura de bambu composta de duas torres em espiral. É o chamado Coração da Escola, onde acontece boa parte das atividades.
O bambu também serve de estrutura para as outras as salas de aula, as traves do campo de futebol, o balanço das crianças, a cesta de basquete, as cadeiras, as mesas e as lousas. Não há pisos nem calçadas. Os alunos transitam de uma sala para outra por passeios de brita e pedras vulcânicas. O espaço não construído é mata ou horta, cultivada pelos alunos. Parte das hortaliças é destinada ao almoço, outra é vendida aos pais.
Tudo na escola é pensado pelo viés da sustentabilidade. Os banheiros, por exemplo. Cada recinto possui duas privadas. E nenhuma tem descarga. Na do número 1 joga-se água no vaso. Na do número 2, em vez da porcelana, fica um balde. Após usar, joga-se palha moída para tapar o “produto”. Não fica cheiro. De hora em hora, uma funcionária retira o balde que vira adubo. “Nosso impacto ambiental é quase zero”, diz Ben Macroy, diretor de Comunicação da escola que também é um sucesso em energia. Graças às placas solares, a uma pequena turbina chamada vortex e ao biogás, a escola gera watts o suficiente para não depender da rede elétrica. “Também porque toda a iluminação da escola é de luz natural. Não usamos lâmpadas”, diz Ben.
Na hora do almoço, mais ecologia. Duas mesas são colocadas no Coração da Escola. Uma com receitas indonésias, outra com comida de gringo. Ambas são servidas em cestas de palha forradas com folhas de bananeira. Após comer, todos têm de deixar essa folha e o resto de comida nos baldes para adubagem. Só os talheres são lavados.
Todos os pais são bem-vindos na escola. Eles podem circular pelo campus, levar seus computadores para se conectarem na rede wi-fi, jogar prosa fora no café, almoçar com as crianças, ou envolver-se em projetos de sustentabilidade. Uma vez por semana, ocorre a assembleia geral com pais, professores e alunos e, a cada 15 dias, os pais se reúnem no chamado Changemaker Forum. “Com tanta gente bacana, seria um desperdício não usar esse coletivo para alavancar projetos comunitários que façam a diferença para um mundo melhor”, diz Ben Macroy. Os projetos são os mais variados: energia renovável, inglês para os balineses, ajuda aos animais em risco de extinção e até um recente, para transformar plástico em algo lucrativo (o plástico é um dos maiores problemas de Bali).
Outra preocupação da escola é com a comunidade ao redor da escola, composta de muitos balineses. “Estamos com muitos carros no ir e vir. Quero que todas as famílias morem perto o suficiente para que as crianças possam vir para a escola a pé”, diz Hardy.
“A escola tem um astral maravilhoso, uma espécie de ímã. Todo esse verde, os espaços abertos. É algo que nos seduz”, diz David Porteus, que há dois anos trocou a Big Island, no Havaí, por Bali, junto com a mulher e os filhos. “Fui me aproximando tanto da escola, que acabei sendo escalado para tomar conta da Student Villa, a vila dos estudantes entre 14 e 16 anos, que estão na escola sem os pais.
A sua história é a de muitos outros, como Chris Thompson, atual CEO da escola. Chris deixou 23 anos de trabalho para uma multinacional do Vale do Silício, a Electronic Arts (EA), ao escutar John Hardy falar. “Em um mês, larguei tudo e trouxe meus filhos para cá. As pessoas perguntam como eu tive coragem. Foi a decisão mais fácil da minha vida”, diz Chris, que chegou como pai e logo assumiu o cargo de diretor-geral. “Tudo é orgânico e de acordo com a vocação”, diz.
A metodologia de ensino da escola é toda feita de mão na massa e de maneira holística. “Nós seguimos o currículo oficial de Cambridge, mas não temos um modelo fixo. O mais importante não é o que ensinamos, mas como ensinamos”, afirma Chris Thompson.
Para o professor do quarto ano, Shaun McGurgan, a escola é um organismo vivo, que ensina sobre o mundo real e na linguagem de cada criança, de cada ano. “Nosso método é centrado no aluno e não nas matérias”, diz. Segundo o professor, cada aluno aprende no seu tempo, com respeito. “E todas as matérias estão interconectadas e integradas”, afirma. “Neste ano, criei um jogo de mitologia nórdica, que auxilia as crianças com música e teatro e histórias, a desenvolver o inglês e a matemática. ”
O calendário das aulas que começam às 8h15 e terminam às 3h15 é dividido em três pilares. As normais: Inglês, Matemática e Ciências; Artes, como drama, pintura, música, dança; e os estudos verdes. Mas nenhuma é totalmente normal. Nas aulas de drama, por exemplo, os alunos podem declamar Shakespeare na mata. No estudo verde, as crianças vão ao campo de arroz, mas fazem o cerimonial de pedir a bênção hindu antes de plantar com os mestres balineses. “Tudo o que eles aprendem é na prática. Não precisam decorar nada e não esquecem mais”, diz Chris Thompson. Questionado se as crianças gostam da escola, Chris dá risada. Pai de dois filhos que estudam na escola, ele diz que, quando dá uma bronca nos filhos, diz: “Se vocês não se comportarem, amanhã não vão para a escola. Vão ficar em casa”. E eles obedecem? “Na hora”, afirma Chris.
Quando questionado se não querem abrir uma filial no Brasil, Chris Thompson disfarça. “Existem escolas verdes no mundo todo. Não é preciso copiar modelos. É preciso estar aberto a inovar e usar a bagagem local. Cada um cada um.” Chris pode ter razão, mas que dá vontade de ver muitas Green School no Brasil e pelo mundo, isso não dá para negar.
FONTE: http://www.desenvolvimentistas.com.br/blog/blog/2012/12/26/o-futuro-sustentavel/#respond

O QUE SÃO CONSTRUÇÕES SUSTENTÁVEIS?


Tornar a construção civil uma atividade menos impactante ao meio ambiente, desenvolvendo projetos que usam racionalmente os recursos naturais, sem deixar de atender plenamente as necessidades humanas é um dos princípios da Ambiência Soluções Sustentáveis. Com sua equipe multidisciplinar a empresa desenvolve os mais diversos projetos de construções sustentáveis para toda a gama da sociedade – sejam para novas construções ou reformas – dos quais pode-se citar: casas uni familiares; sedes de propriedades rurais; prédios residenciais multifamiliares; prédios comerciais, industriais e públicos; e instalações industriais e rurais.
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Mas porque se fazer uma construção sustentável?
As construções são a extensão do ser humano, elas são a base de suas realizações e manifestações, abrigam desejos e vontades, marcam acontecimentos e encontros, revelam características únicas e próprias. Assim como a humanidade, as edificações vêm sofrendo evoluções e alterações, distanciando-se da natureza como o ser humano, chegando-se ao ponto de existirem “edifícios doentes”, responsáveis por causar alterações na saúde de seus habitantes e usuários. Atualmente a construção civil está entre as atividades humanas que mais causam impactos ambientais no mundo (Ambiente.hsw). Segundo dados da ANAB, cerca de 50% dos recursos extraídos da natureza são destinados ao setor; e especificamente no caso do Brasil, é responsável pelo consumo de cerca de 40% dos recursos naturais e da energia produzida, 34% da água, 55% de madeira não certificada, além de responder pela produção de 67% da massa total de resíduos sólidos urbanos. Considerando a importância das edificações na história do homem, a relevância dos impactos causados pela construção civil e ainda que todos os processos globais estão de alguma forma interligados, a Ambiência propõe que as construções sustentáveis sejam utilizadas como ferramenta para a melhoria da consciência ambiental da população e, conseqüentemente, contribuinte à sua reaproximação da natureza.
E quais os benefícios as construções sustentáveis podem trazer?
Inúmeros são os benefícios trazidos pelas construções sustentáveis, desde a contribuição ao meio ambiente aos diversos benefícios diretos aos seus moradores e usuários. Primeiramente pode-se citar o benefício econômico, visto que segundo a ANAB a cada US$ 1,00 investido na construção de edifícios sustentáveis, em 20 anos, US$ 15,00 são retornados, sendo deste total, 74% economizados em saúde e produtividade dos ocupantes, 14% na operação e manutenção e 11% no consumo energético e hidráulico. Além disso, pode-se mencionar a melhoria na qualidade de vida, saúde e produção dos moradores e usuários. Segundo dados apresentados pela ANAB, os ocupantes de escritórios em edifícios verdes são de 2 a 16% mais produtivos; as vendas em locais com iluminação natural são até 40% maiores do que nos locais fechados (California Board for Energy Efficiency Third Party Program); e ainda, estudantes de escolas que dão prioridade à iluminação natural são em média 20% mais rápidos em provas de matemáticas e 26% em testes de leitura (According to a Heschong Mahone Group study, “Day lighting in Schools,” conducted on behalf of the CA Board for Energy Efficiency).
Entenda um pouco mais sobre as CONSTRUÇÕES SUSTENTÁVEISAs construções sustentáveis empregam as técnicas da bioarquitetura e são, antes de tudo, intervenções conscientes e planejadas. Buscam satisfazer as necessidades humanas, ajustando-as às condições naturais locais, empregando de forma sustentável os recursos, buscando sempre não esgotá-los, preservando-os para as gerações futuras.Como embasamento da proposição de soluções para os problemas que a própria construção criará, deve-se buscar desde o primeiro momento – na fase de planejamento – analisar o contexto global do local onde se pretende inserir a nova edificação. Deve-se considerar as condições naturais (vegetação, relevo, condições climáticas), a disponibilidade de recursos materiais e humanos e as técnicas que melhor se ajustam a cada caso.Desta forma têm-se ambientes construídos com menos impactos ambientais, com menor consumo energético e hidráulico, mais confortáveis e saudáveis para seus moradores e usuários, e sustentáveis, ou seja, são construções viáveis ambientalmente, economicamente e socialmente.Com isso, as Construções Sustentáveis passam a não ser assunto específico somente de arquitetos e engenheiros civis, uma vez que abrange conceitos mais amplos, como meio ambiente, sociologia e economia, o que torna essencial a participação uma equipe multidisciplinar capaz de abordar todos os requisitos para se ter uma edificação realmente sustentável.Quais são seus Princípios?Em linhas gerais, pode-se dizer que as construções sustentáveis devem basear-se em 4 grandes princípios, sendo eles:
  • Redução do impacto da obra e da operação das edificações, contemplando para isso o total planejamento, o uso racional dos recursos, o uso de técnicas e materiais menos degradantes e com maior durabilidade;
  • Contemplação das necessidades dos moradores e usuários, adequando-as às condições do meio ambiente local, promovendo a saúde e bem estar do ser humano;
  • Envolvimento da sociedade, com o emprego de materiais, técnicas e Mão de obra locais;
  • Utilização das construções sustentáveis como instrumento de educação ambiental e melhoria da consciência ambiental dos envolvidos;
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Quais são os aspectos contemplados nas construções Sustentáveis?
Diversos são os aspectos considerados, estando presente os mais variados matérias e técnicas, sendo eles de uso histórico, tradicional ou moderno, mas que visam sempre seguir os princípios básicos das construções sustentáveis. Desta forma, pode-se dividir os aspectos considerados em dois grupos: o básico e o completo. No primeiro estão todos aqueles fatores realmente indispensáveis para quem pensa em construir uma edificação sustentável; e no segundo estão todos aqueles que vão contribuir ainda mais para o meio ambiente e para a qualidade da edificação.
O básico
  • Planejamento da obra;
  • Consideração das necessidades dos moradores e/ou usuários;
  • Análise e consideração das condições locais, abordando aspectos naturais, como vegetação, relevo e condição climática (chuva, sol e vento);
  • Análise e consideração das condições socioeconômicas locais;
  • Contemplação da boa relação com a comunidade do entorno da obra;
  • Utilização de mão de obra e materiais locais;
  • Treinamento e conscientização dos operários, demonstrando-lhes sua responsabilidade na minimização dos impactos da obra;
  • Aplicação de gestão de resíduos sólidos na obra, baseada nos princípios dos 3 R’s (redução, reutilização e reciclagem);
  • Uso racional dos recursos e materiais;
  • Emprego de técnicas e materiais que possibilitem a redução do consumo energético (como aquecedores solares) e hidráulico (como descargas e torneiras mais eficientes).
  • Uso de Madeira certificada, por contemplarem aspectos ambientais desde seu plantio até o fornecimento ao consumidor;
  • Priorização do uso de materiais não tóxicos, não nocivos ao ser humano e à natureza;
  • Utilização de ecoprodutos, materiais com baixo impacto ambiental;
  • Emprego de técnicas capazes de manter a boa qualidade do ar e o conforto térmico-acústico dos ambientes;
Completo
  • Captação e utilização da água da chuva;
  • Tratamento individual de esgoto;
  • Tratamento e reuso da água;
  • Escolha minuciosa de todos os materiais a ser utilizados;
  • Reutilização de portas, janelas, pisos e outros materiais provenientes de demolições;
  • Utilização de técnicas construtivas com o uso de materiais como tijolos em solo cimento, adobe e bambu;
  • Uso de energias renováveis para produção de energia elétrica, como solar fotovoltaica e eólica;
  • Uso de telhado jardim, por serem ótimos isolantes térmicos;
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Autor
  • Henrique Ferreira Ribeiro, Engenheiro Ambiental, Diretor Geral da Ambiência Soluções Sustentáveis
Referências
FONTE:http://www.ambiencia.org/site/ambiencia/o-que-sao-construcoes-sustentaveis/

Relíquias encontradas no lixo viram objetos de exposição no RJ





A Biblioteca Nacional se rendeu às relíquias garimpadas na coleta seletiva em Niterói. Esta é a primeira vez que um acervo constituído de resíduos inspira uma exposição na região.



A população da Região Metropolitana do Rio de Janeiro está ajudando a enriquecer o acervo de museus com relíquias tão surpreendentes que viraram objetos de exposição na Biblioteca Nacional. O mais curioso é que não foi uma iniciativa organizada, foi por acaso, como mostra a reportagem de André Trigueiro e Alex Carvalho.
O garimpo das relíquias começa aqui. O mais antigo projeto de coleta seletiva do país está completando 27 anos em um bairro em Niterói. Misturado aos recicláveis, pode se encontrar verdadeiros tesouros.
Para o local são levadas 20 toneladas de material reciclável por mês. Vai tudo misturado, mas parte desses resíduos é separada. Lá nasce a maior coleção de objetos raros do Brasil a partir do que é jogado fora pelas pessoas.
“Uma obra completa de Andersen. Isso é importante, mas é em inglês. Eu faço aqui só a primeira triagem, depois isso tem que ser pesquisado. O livro é pesquisado na internet ou com especialista”, diz o professor da UFRJ Emílio Engenheer.
De repente, aparece um antigo álbum de fotografias.
“Pode ter um interesse antropológico, há registros de tribos indígenas, certamente na África”, aponta Engenheer.
Apaixonado por coleta seletiva, o professor Emílio montou uma coleção de cinco mil livros e mil objetos raros na biblioteca da Universidade Federal Fluminense. Entre as curiosidades, as primeiras fotonovelas brasileiras.
“Ela é de extrema importância à universidade pela diversificação e pela qualidade do material”, afirma o bibliotecário Antonio Carlos Gusmão.
A riqueza do material chamou a atenção da mais importante biblioteca da América Latina.
A Biblioteca Nacional do Rio se rendeu às relíquias garimpadas da coleta seletiva em Niterói. Esta é a primeira vez que um acervo constituído de resíduos inspira uma exposição no local.
Entre as peças mais valiosas aparecem os primeiros selos postais do Brasil, da série olho de boi, e uma coleção de moedas antigas. Uma pequenininha é do século XIV. Cartões de visita que mostravam o rosto dos donos. Fotos e medalhas. Um dos livros é de 1578. Outro, ensina receitas culinárias do século XIX.
“O lixo já é muito rico hoje em dia. Imagina você achar um lixo de 200 anos, 100 anos é mais rico ainda, então a história não pode ser perdida”, ressaltou um homem.
“Nos faz refletir. Eu vou repensar agora antes de jogar qualquer coisa fora”, diz uma mulher.

André Trigueiro









MAIS INFORMAÇÕES:
Resíduos & Memória
Local: 2º andar da Biblioteca Nacional (Avenida Rio Branco, 219 – Centro – Rio de Janeiro – RJ)
Data: até janeiro de 2013.
Horário: Segunda a Sexta das 9h às 20h. Sáb. das 9h às 17h. Entrada Franca
Fonte: Blog da Biblioteca Nacional

ENERGIA RENOVÁVEL PARA CIDADES SUSTENTÁVEIS



Saiba o que Nova York, Rizhao, Tel Aviv, Rio de Janeiro, Pernambuco e Bahia têm em comum quando o assunto é sustentabilidade.
A palavra sustentável foi usada pela primeira vez como estratégia de equilíbrio para o desenvolvimento urbano por Lester Brown, fundador do WWI-Worldwatch Institute, no início da década de oitenta, para conceituar como sociedade sustentável “aquela capaz de satisfazer as necessidades do presente sem comprometer os direitos das futuras gerações”. Hoje, a urbanização caótica causa um gigantesco ônus à qualidade de vida e à saúde humana e ao ambiente, contribuindo para a instabilidade social, ecológica e econômica, exigindo soluções sustentáveis nas cidades.
Mundialmente, a maior parte do uso da energia e das emissões de carbono provém de cidades que estão descobrindo modos mais eficientes de gestão, melhorando a qualidade de vida e impactando menos a saúde humana. Nos Estados Unidos, cidades aderiram ao Acordo de Proteção ao Clima realizado por governos municipais. Em Nova York, prefeito Bloomberg, que está cobrando de pedágio urbano, quer fazer da cidade dele a primeira “cidade sustentável do século 21″, usando a renovação do Empire State Building, um ícone da cidade, para exemplos de eficiência energética, construção verde e produção de eletricidade limpa. Em Rizhao, cidade costeira chinesa, 90% de todas as residências de mais de 3 milhões de habitantes, já usam aquecedores de água solares, e o governo local instalou painéis solares para alimentar a iluminação de rua e os semáforos.
Tel Aviv, a maior área metropolitana de Israel, toda água do banho e da descarga vai para o maior complexo de tratamento do Oriente Médio, o Shafdan, movido a energia limpa, onde o esgoto é bombeado para dentro da terra e novamente retirado, passando por tratamentos físicos, químicos e biológicos, para ser purificada e recuperada. Os relatórios do WWI, usados em todo o mundo como referência para a sustentabilidade, mostram como a eficiência energética e a economia de gases de efeito estufa a partir de tecnologias de construção: isolamento de tubos, vedação de ar, revestimentos reflexivos de telhado, pigmentos e janelas isolantes, estimando que as melhorias na eficiência da construção, com menor teor de emissões, podem levar a uma redução de 41% no uso de energia e uma redução de 70% nas emissões de gases de efeito até 2030.
No Brasil, ações urbanas começam a fazer parte das novas gestões das cidades. No Rio, o projeto “Estudantes pela Sustentabilidade”, apoiado pela Siemens, uma corporação transnacional que já descobriu que a sustentabilidade faz parte transversalmente dos seus negócios, que a América Latina é a região mais urbanizada no mundo em desenvolvimento e que atualmente 196 milhões de pessoas vivem em cidades brasileiras – um lucrativo locus para seus negócios sustentáveis – reuniu equipes de estudantes de diferentes países para desenvolver a próxima geração de líderes em sustentabilidade. São Paulo lançou a campanha “Assina Prefeito”, do Programa Cidades Sustentáveis, visando intensificar a divulgação nas redes sociais para que mais prefeitos tomem conhecimento e assinem a carta compromisso por cidades justas e sustentáveis.
Em Pernambuco, a Cidade da Copa prepara a implantação de usina de geração solar fotovoltaica conectada à rede elétrica da Companhia Pernambucana de Energia. Na Bahia, a arrojada Arena Fonte Nova que voltará a ser o prédio que mais “vibra” no estado, usando o conceito “fonte nova”, perceberá o filão dos econegócios que está entrando para lançar, por exemplo, tecidos termoelétricos capazes de produzir energia a partir do calor liberado pelo corpo humano durante jogos, caminhadas intensas ou pela prática de exercícios físicos e recarregar celulares e outros aparelhos portáteis. Realidades do dia a dia nesta década.
Um ícone esquecido do Brasil, o cartão postal mundialmente famoso e localmente mal tratado Forte de São Marcelo, na Bahia, conhecido historicamente como o umbigo da America Latina por estar na curva inferior da “barriga” do continente, atravessou os séculos incólume como capitão-mor do porto da Baia de Todos os Santos. O velho forte sente diariamente a energia maremotriz que passa por ele quatro vezes todos os dias durante os fluxos de enchente e vazante, torcendo para que descubram que tanto a energia solar que o ilumina como a energia das marés, se capturadas, podem abastecer a sua cidade. Satisfazendo as necessidades do presente sem comprometer os direitos das futuras gerações o forte aguarda, pacientemente, o despertar dos gestores para os potencial sustentável da cidades.

Pista de dança que gera energia limpa é lançada no Rio de Janeiro




Já imaginou uma pista de dança que gera energia com os movimentos das pessoas?
Na última sexta, quem estava no estande da Philips no Rock in Rio experimentou a novidade criada em 2008 pela empresa holandesa SDC e considerada a primeira pista de dança sustentável do mundo.
Em baixo de cada “bloco” da pista, há um material que se comprime e funciona como um gerador, transformando os movimentos em energia – que pode ser armazenada ou usada no som e na iluminação das danceterias.
A pista acende luzes que mudam que cor e ritmo de acordo com os movimentos e há um contador que mostra o resultado da “perfomance”. Assim, quanto maior a animação, mais energia é gerada.
E você, o que acha da ideia?


Fonte: http://super.abril.com.br/blogs/ideias-verdes/tag/pista-de-danca-sustentavel/

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Latões de óleo transformados em armário


Esses armários de latões de óleo seguem a tendência da decoração estilo industrial. Cada peça é única e produzida artesanalmente na Alemanha pela Lockengeloet. 
Latões de óleo transformados em armário

Latões de óleo transformados em armário

Latões de óleo transformados em armário