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sexta-feira, 24 de maio de 2013


Carbon Footprint

Today, the term “carbon footprint” is often used as shorthand for the amount of carbon (usually in tonnes) being emitted by an activity or organization. The carbon component of the Ecological Footprint takes a slightly differing approach, translating the amount of carbon dioxide into the amount of productive land and sea area required to sequester carbon dioxide emissions. This tells us the demand on the planet that results from burning fossil fuels. Measuring it in this way offers a few key advantages.
On a practical level, the Ecological Footprint shows us how carbon emissions compare and interacts with other elements of human demand, such as our pressure on food sources, the quantity of living resources required to make the goods we consume, and the amount of land we take out of production when we pave it over to build cities and roads. The carbon Footprint is 54 percent of humanity’s overall Ecological Footprint and its most rapidly-growing component. Humanity’s carbon footprint has increased 11-fold since 1961. Reducing humanity’s carbon Footprint is the most essential step we can take to end overshoot and live within the means of our planet.
The Footprint framework enables us to address the problem in a comprehensive way, one that does not simply shift the burden from one natural system to another.
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The Ecological Footprint and Climate Change

Read our Climate Action article “Why Waiting For Climate Consensus Could Waste Your Future
The Footprint framework also shows climate change in a greater context—one which unites all of all the ecological threats we face today.
Climate change, adeforestation, overgrazing, fisheries collapse, food insecurity and the rapid extinction of species are all part of a single, over-arching problem: Humanity is simply demanding more from the Earth than in can provide. By focusing on the single issue, we can address all of its symptoms, rather than solving one problem at the cost of another.
At Global Footprint Network, our work is focused on helping nations – and by extension, humanity as a whole—succeed in a world of emerging resource constraints. We do so by giving leaders the data they need to make decisions that are aligned with ecological reality. In this way, we can begin to move away from the emissions and resource-intensive economies of the past and toward those than can thrive within the limits of what nature can provide.
 http://www.footprintnetwork.org

Nossa Terra: A vaidade e os cuidados de quem vive do lixo

Nossa Terra: A vaidade e os cuidados de quem vive do lixo: Célia trabalha com máquina coletora, mas não abre mão da maquiagem Foto: Alexandre Souza/Folha da Região Quando a esteira para triagem d...

domingo, 31 de março de 2013

PROFESSOR  NO BRASIL




SER PROFESSOR no Brasil - é Educar, ensinar, ser mestre, palhaço, marginalizado, síndrome do Pânico, Depressão, problemas psiquiátricos e geral, problemas na voz, humilhação, ser agredido palavras e ações, ficar três meses sem receber, é um dos piores salário, e quando ele reclama dizem – “ele não tem domínio da sala” sempre ele é o errado. Até quando? Quais são os direitos do PROFESSOR? PROFESSOR, merece respeito? ESSA PROFISSÃO É IMPORTANTE? PORQUE AINDA TEM PESSOAS ESTUDANDO LICENCIATURA? A UNIVERSIDADE vai dizer a VERDADE? São tantas perguntas.



Cresce número de professores afastados por problemas psicológicos
http://g1.globo.com/al/alagoas/noticia/2013/01/cresce-numero-de-professores-afastados-por-problemas-psicologicos.html

Quase 50% dos professores brasileiros apresentam sintomas de estresse ou depressão. Os mais jovens são os que têm mais dificuldade para lidar com os problemas da profissão; muitos optam por abandonar o ofício http://www.oesti.com.br/educacao/noticias/professores_doentes.html

Agressões e ameaças levam professores da rede pública a se afastarem do serviço em SP
http://noticias.r7.com/educacao/noticias/agressoes-e-ameacas-levam-professores-da-rede-publica-a-se-afastarem-do-servico-em-sp-20120716.html

PROFESSORES SOB PRESSÃO
http://www.cepae.ufg.br/pages/9505



quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Escrivaninha de palete de madeira [fotos]

Escrivaninha de palete de madeira [fotos]


Fotos: Piere Vedel
Fonte: Ideias Green

Os paletes de madeiras podem ser reutilizados de diversas formas como móveis e objetos de decoração. Escolhendo um palete que ainda esteja em boas condições e deixando a superfície com um acabamento liso, a peça pode ser usada com tampo de escrevaninha.
Escrevaninha de palete de madeira

Escrevaninha de palete de madeira

Escrevaninha de palete de madeira

Escrevaninha de palete de madeira




quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Descoberto lagarto "Moby Dick"


Descoberto lagarto "Moby Dick"

A espécie recebeu o nome de "Sirenoscincus mobydick", em alusão à célebre cachalote albina do romance de Herman Melvillei

Lagarto "Moby Dick"
Lagarto "Moby Dick": lagarto é semelhante a um cetáceo
Montpellier - Uma nova espécie de lagarto subterrâneo, batizado de "Moby Dick", por sua semelhança com um cetáceo, foi descoberta em Madagascar por uma equipe internacional de pesquisadores, anunciou esta terça-feira o Centro Nacional de Pesquisas Científicas (CNRS), em Montepellier, França.
A espécie recebeu o nome de "Sirenoscincus mobydick", em alusão à célebre cachalote albina do romance de Herman Melville. A espécie descoberta apresenta uma combinação única de características anatômicas entre os vertebrados terrestres, que são os anfíbios, os répteis, os mamíferos e as aves.
Os trabalhos da equipe de cientistas franceses, americanos, malgaches e alemães foram publicados na revista Zoosystema, informou o CNRS.
O lagarto "Moby Dick" foi descoberto nas florestas secas do noroeste de Madagascar, e é o resultado de uma evolução diametralmente oposta à de outros lagartos sem patas, informou a entidade.
O animal tem pele sem pigmentos e os olhos praticamente desapareceram, a ponto de ser praticamente inúteis, pois o animal vive debaixo da terra. "Moby Dick" também perdeu as patas posteriores, mas manteve as anteriores. Segundo o CNRS, trata-se de "um plano de organização morfológica" que lembra o dos cetáceos.



sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Temperatura pode subir 4,8ºC, diz relatório do IPC


Temperatura pode subir 4,8ºC, diz relatório do IPCC

Segundo o documento, o principal culpado pela elevação da temperatura terrestre é o homem

por Débora SpitzcovskyFonte: Planeta Sustetável
Thinkstock
Termômetro mostra alta temperatura
O número do relatório é maior do que os 2ºC previstos pelos cientistas ligados às Nações Unidas
Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), da ONU, é a mais nova vítima da rede. Na última sexta-feira (14), vazou na internet uma versão preliminar do Quinto Relatório de Avaliação da organização, mais conhecido como AR5. O documento, que atesta a atual situação do planeta, com base nas mudanças climáticas, estava previsto para ser lançado, apenas, em setembro de 2013.
O rascunho traz uma informação preocupante: muito além dos 2ºC considerados seguros pelos cientistas ligados às Nações Unidas, a temperatura do planeta pode subir até 4,8ºC neste século, com base nos níveis de 1950. E mais: contrariando muitos céticos, o documento afirma que o principal culpado desse aquecimento global é o homem.
Segundo o texto, "é extremamente provável que as atividades humanas tenham causado mais da metade do aumento observado na média global das temperaturas da superfície nos últimos 60 anos". Sendo que, de acordo com os padrões do IPCC, o termo "extremamente provável" significa, ao menos, 95% de certeza.
A prévia do AR5 ainda afirma que o nível dos oceanos deve subir entre 29 e 82 centímetros até 2100, ameaçando a população de áreas de baixa altitude, como Bangladesh, Nova York, Londres e Buenos Aires. No último relatório do IPCC, divulgado em 2007, os cientistas haviam previsto um aumento de 18 a 59 centímetros no nível dos mares.
Em comunicado oficial, o Painel da ONU não quis comentar muito o assunto. A organização, apenas, lamentou o ocorrido e disse que a divulgação prematura e não autorizada do texto pode provocar confusão, já que o relatório ainda estava sendo produzido e, provavelmente, sofreria alterações até ser lançado.
A prévia do texto foi divulgada no blog de um cético do clima americano, chamado Alec Rawls, que queria provar que os sumários executivos dos relatórios do IPCC sofrem interferência política antes de serem lançados "para dar a impressão de que existe uma crise climática descontrolada e, assim, manter o público com medo". Rawls está entre os 800 revisores que foram recrutados pelo IPCC para checar as informações do AR5 e, por isso, tinha acesso ao documento.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

India llora a la joven Amanat


Miles de personas manifiestan su ira y dolor por la muerte de la estudiante de 23 años violada y torturada en un autobús en Nueva Delhi a mediados de diciembre


Un policía vigila desde su motocicleta una protesta de mujeres en Nueva Delhi. / SAURABH DAS (AP)

India vivió este sábado una escalada de manifestaciones de ira y dolor por el fallecimiento de la estudiante de 23 años violada por un grupo de hombres el 16 de diciembre, tras luchar por su vida en los últimos días en un hospital de Singapur. Tras conocerse la noticia de la muerte de Amanat —como la bautizó la prensa, porque no se ha revelado su nombre—, las manifestaciones prendieron en las calles de Nueva Delhi, sobre todo en Jantar Mantar, la zona donde una multitud se ha estado congregando en los últimos días para exigir justicia.
La mujer falleció “en paz” durante la madrugada del sábado y “su familia siempre ha estado a su lado”, según el comunicado del hospital Mount Elizabeth. El embajador indio, T. C. A. Raghavan, informó de que el cadáver sería repatriado lo antes posible, y que en el avión viajarían dos hermanos de la joven. La fallecida iba a ser incinerada siguiendo el ritual hindú.
Este viernes, la policía india acusó de homicidio a los seis sospechosos de la violación múltiple de la joven. Los procesados están acusados de torturar y violar a la joven, una estudiante de fisioterapia, cuando viajaba en un autobús, y arrojarla después al asfalto desde el vehículo en marcha. Uno de los detenidos es el chófer del autobús.
“Fue muy valiente y luchó por su vida durante mucho tiempo contra todo pronóstico, pero las heridas eran demasiado graves”, dijo el médico de Singapur que la atendió. La joven había sufrido una lesión grave en el cerebro, un paro cardiaco e infecciones en los pulmones y, sobre todo, en el abdomen. Al parecer, le habían destrozado los intestinos con una barra de metal introducida por la vagina.
Cada 20 minutos hay un rapto; la cifra de violaciones ha subido un 25% en seis años
La repugnancia e indignación por la violación han incendiado India, donde las mujeres se enfrentan regularmente a agresiones sexuales, y donde ni la policía ni el sistema judicial se perciben como organismos que puedan protegerlas adecuadamente.
India, que tiene más de 1.300 millones de habitantes, registró casi 25.000 casos de violación el año pasado, una cifra que ha aumentado en un 25% en los últimos seis años. El jueves pasado, funcionarios del Gobierno de Delhi dijeron que pronto se pondría en marcha, en la web de la policía de la capital, un registro con los nombres y fotografías de los violadores convictos. Añadieron que ese será el germen de un registro nacional de violadores. La ya existente Oficina Nacional de Registro de Crímenes reveló que a pesar de que cada 20 minutos una mujer es violada en India, solo en uno de cada cuatro casos el violador es condenado.
El primer ministro indio, Manmohan Singh, expresó sus “profundas condolencias” y añadió: “Ya hemos visto las emociones y energías que este incidente ha generado”. Singh afirmó en un comunicado que “sería un verdadero homenaje a su memoria si somos capaces de canalizar estas emociones y energías en un proceso de acción constructivo”. El Gobierno, dijo, está estudiando “las disposiciones penales que existen para esos delitos y medidas para mejorar la protección y seguridad de las mujeres”.
Sonia Gandhi, la más poderosa política de India y presidenta del gobernante Partido del Congreso, apareció en una inusual declaración televisada. “Como mujer y madre, entiendo cómo se sienten los manifestantes”, dijo. “Hoy nos comprometemos a que se haga justicia con la víctima”.
Una barra de metal introducida por la vagina le destrozó los intestinos 
Mientras tanto, las autoridades volvieron a pedir calma a la población. Pero los manifestantes, sobre todo muchos jóvenes, siguen desconfiando de que el Gobierno vaya a hacer algo concreto contra este flagelo si se apaga la protesta.
Upamanyu Raju, de 21 años, estudiante de la Universidad de Delhi, dice que ha estado asistiendo a las protestas en Jantar Mantar desde el día siguiente del ingreso de la víctima en el hospital por la “atrocidad de lo que pasó”. Raju dice que le ha regalado un espray de pimienta a su hermana más joven y una navaja del Ejército suizo, pero que teme que eso no será suficiente para protegerla.
Sheila Dikshit, la ministra principal de Nueva Delhi, se acercó ayer a la zona de las manifestaciones y fue abucheada y empujada por la muchedumbre, a pesar de la fuerte escolta policial que rodeaba a esta política de 74 años de edad. Se fue después de permanecer solo unos minutos, lo suficiente para encender una vela y sostenerla en sus manos en señal de oración.
La mayoría de los manifestantes comparte la opinión de los muchos activistas y abogados de derechos humanos que han advertido de que la policía no es nada sensible cuando se trata de delitos contra la mujer, y que por este motivo muchas de ellas no denuncian los casos de violencia sexual.
Solo en una de cada cuatro violaciones el autor es condenado por un tribunal
Una mujer de 18 años del norteño Estado de Punjab que fue violada el mes pasado por dos hombres se suicidó el miércoles pasado y la familia no tuvo dudas en responsabilizar a la policía de su muerte. Dice que la chica se suicidó porque la policía apenas hizo caso a la denuncia, dilató todo lo que pudo la apertura de una investigación y no se tomó ninguna molestia para detener e interrogar a los sospechosos. Si la policía “hubiera hecho su trabajo, ella estaría hoy viva”, dijo la hermana de la mujer, Charanjit Kaur, de 28 años, en una entrevista telefónica. “Ellos no nos escuchan, no hacen nada por nosotras”, afirma
El viernes, el alto tribunal de Punjab finalmente intervino —sobre todo espoleado por el caso de Amanat—, para exigir a la policía que explicara por qué se había demorado tanto en actuar. Las explicaciones no convencieron al tribunal y ya hay tres agentes de policía suspendidos por este caso. En Punjab, ningún alto funcionario de la policía se puso al teléfono para dar su versión de lo sucedido.
Kaur dijo que los hombres secuestraron a su hermana en un lugar de culto, cerca de la pequeña ciudad de Badshahpur, el 13 de noviembre. Luego la drogaron y violaron repetidamente. Contó que cuando su hermana denunció la agresión en la comisaría de la policía local a los pocos días, se le pidió que describiera con un detalle morboso lo sucedido. “Fue humillante”, dijo Kaur. En los días siguientes a la violación, relató, su madre y su hermana fueron llamadas repetidamente a comparecer en la comisaría y las tuvieron sentadas allí todo el día.
La denuncia por el caso de la hermana de Kaur tardó dos semanas en registrase. Durante ese tiempo los funcionarios de policía y los ancianos del pueblo trataron de mediar para llegar a un acuerdo entre los hombres acusados de la violación y la víctima. En algunas partes de India, las mujeres suelen casarse con hombres que las han violado. Kaur cuenta que la policía le dijo a su familia que, por ser pobres, no serían capaces de llevar el caso ante los tribunales. “Ellos siguieron presionando a mi familia para que aceptara algo de dinero, para que mi hermana se casara con uno de los acusados o para que de alguna otra manera resolvieran el asunto”, relata Kaur. “Como no hubo acuerdo, la policía no tuvo más remedio que registrar la denuncia, pero no hicieron nada más”, explica. Además, los acusados amenazaron con matar a la chica violada si la familia persistía en la denuncia. Al final ella se suicidó. En una nota, solo puso: “Han arruinado mi vida”.