segunda-feira, 3 de junho de 2013
sexta-feira, 24 de maio de 2013
Carbon Footprint
Today, the term “carbon footprint” is often used as shorthand for the amount of carbon (usually in tonnes) being emitted by an activity or organization. The carbon component of the Ecological Footprint takes a slightly differing approach, translating the amount of carbon dioxide into the amount of productive land and sea area required to sequester carbon dioxide emissions. This tells us the demand on the planet that results from burning fossil fuels. Measuring it in this way offers a few key advantages.
On a practical level, the Ecological Footprint shows us how carbon emissions compare and interacts with other elements of human demand, such as our pressure on food sources, the quantity of living resources required to make the goods we consume, and the amount of land we take out of production when we pave it over to build cities and roads. The carbon Footprint is 54 percent of humanity’s overall Ecological Footprint and its most rapidly-growing component. Humanity’s carbon footprint has increased 11-fold since 1961. Reducing humanity’s carbon Footprint is the most essential step we can take to end overshoot and live within the means of our planet.
The Footprint framework enables us to address the problem in a comprehensive way, one that does not simply shift the burden from one natural system to another.
The Ecological Footprint and Climate Change
Read our Climate Action article “Why Waiting For Climate Consensus Could Waste Your Future”
The Footprint framework also shows climate change in a greater context—one which unites all of all the ecological threats we face today.
Climate change, adeforestation, overgrazing, fisheries collapse, food insecurity and the rapid extinction of species are all part of a single, over-arching problem: Humanity is simply demanding more from the Earth than in can provide. By focusing on the single issue, we can address all of its symptoms, rather than solving one problem at the cost of another.
At Global Footprint Network, our work is focused on helping nations – and by extension, humanity as a whole—succeed in a world of emerging resource constraints. We do so by giving leaders the data they need to make decisions that are aligned with ecological reality. In this way, we can begin to move away from the emissions and resource-intensive economies of the past and toward those than can thrive within the limits of what nature can provide.
http://www.footprintnetwork.org
Nossa Terra: A vaidade e os cuidados de quem vive do lixo
Nossa Terra: A vaidade e os cuidados de quem vive do lixo: Célia trabalha com máquina coletora, mas não abre mão da maquiagem Foto: Alexandre Souza/Folha da Região Quando a esteira para triagem d...
domingo, 31 de março de 2013
PROFESSOR NO BRASIL
SER PROFESSOR no Brasil - é Educar, ensinar, ser mestre, palhaço, marginalizado, síndrome do Pânico, Depressão, problemas psiquiátricos e geral, problemas na voz, humilhação, ser agredido palavras e ações, ficar três meses sem receber, é um dos piores salário, e quando ele reclama dizem – “ele não tem domínio da sala” sempre ele é o errado. Até quando? Quais são os direitos do PROFESSOR? PROFESSOR, merece respeito? ESSA PROFISSÃO É IMPORTANTE? PORQUE AINDA TEM PESSOAS ESTUDANDO LICENCIATURA? A UNIVERSIDADE vai dizer a VERDADE? São tantas perguntas.
Cresce número de professores afastados por problemas psicológicos
http://g1.globo.com/al/alagoas/noticia/2013/01/cresce-numero-de-professores-afastados-por-problemas-psicologicos.html
Quase 50% dos professores brasileiros apresentam sintomas de estresse ou depressão. Os mais jovens são os que têm mais dificuldade para lidar com os problemas da profissão; muitos optam por abandonar o ofício http://www.oesti.com.br/educacao/noticias/professores_doentes.html
Agressões e ameaças levam professores da rede pública a se afastarem do serviço em SP
http://noticias.r7.com/educacao/noticias/agressoes-e-ameacas-levam-professores-da-rede-publica-a-se-afastarem-do-servico-em-sp-20120716.html
PROFESSORES SOB PRESSÃO
http://www.cepae.ufg.br/pages/9505
quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
Escrivaninha de palete de madeira [fotos]
Escrivaninha de palete de madeira [fotos]
Os paletes de madeiras podem ser reutilizados de diversas formas como móveis e objetos de decoração. Escolhendo um palete que ainda esteja em boas condições e deixando a superfície com um acabamento liso, a peça pode ser usada com tampo de escrevaninha.


Fotos: Piere Vedel
Fonte: Ideias Green
Fonte: Ideias Green
Os paletes de madeiras podem ser reutilizados de diversas formas como móveis e objetos de decoração. Escolhendo um palete que ainda esteja em boas condições e deixando a superfície com um acabamento liso, a peça pode ser usada com tampo de escrevaninha.




quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
Descoberto lagarto "Moby Dick"
Descoberto lagarto "Moby Dick"
A espécie recebeu o nome de "Sirenoscincus mobydick", em alusão à célebre cachalote albina do romance de Herman Melvillei

Lagarto "Moby Dick": lagarto é semelhante a um cetáceo
Montpellier - Uma nova espécie de lagarto subterrâneo, batizado de "Moby Dick", por sua semelhança com um cetáceo, foi descoberta em Madagascar por uma equipe internacional de pesquisadores, anunciou esta terça-feira o Centro Nacional de Pesquisas Científicas (CNRS), em Montepellier, França.
A espécie recebeu o nome de "Sirenoscincus mobydick", em alusão à célebre cachalote albina do romance de Herman Melville. A espécie descoberta apresenta uma combinação única de características anatômicas entre os vertebrados terrestres, que são os anfíbios, os répteis, os mamíferos e as aves.
Os trabalhos da equipe de cientistas franceses, americanos, malgaches e alemães foram publicados na revista Zoosystema, informou o CNRS.
O lagarto "Moby Dick" foi descoberto nas florestas secas do noroeste de Madagascar, e é o resultado de uma evolução diametralmente oposta à de outros lagartos sem patas, informou a entidade.
O animal tem pele sem pigmentos e os olhos praticamente desapareceram, a ponto de ser praticamente inúteis, pois o animal vive debaixo da terra. "Moby Dick" também perdeu as patas posteriores, mas manteve as anteriores. Segundo o CNRS, trata-se de "um plano de organização morfológica" que lembra o dos cetáceos.
sexta-feira, 4 de janeiro de 2013
Temperatura pode subir 4,8ºC, diz relatório do IPC
Temperatura pode subir 4,8ºC, diz relatório do IPCC
Segundo o documento, o principal culpado pela elevação da temperatura terrestre é o homem
Thinkstock
O número do relatório é maior do que os 2ºC previstos pelos cientistas ligados às Nações Unidas
O Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), da ONU, é a mais nova vítima da rede. Na última sexta-feira (14), vazou na internet uma versão preliminar do Quinto Relatório de Avaliação da organização, mais conhecido como AR5. O documento, que atesta a atual situação do planeta, com base nas mudanças climáticas, estava previsto para ser lançado, apenas, em setembro de 2013.
O rascunho traz uma informação preocupante: muito além dos 2ºC considerados seguros pelos cientistas ligados às Nações Unidas, a temperatura do planeta pode subir até 4,8ºC neste século, com base nos níveis de 1950. E mais: contrariando muitos céticos, o documento afirma que o principal culpado desse aquecimento global é o homem.
Segundo o texto, "é extremamente provável que as atividades humanas tenham causado mais da metade do aumento observado na média global das temperaturas da superfície nos últimos 60 anos". Sendo que, de acordo com os padrões do IPCC, o termo "extremamente provável" significa, ao menos, 95% de certeza.
A prévia do AR5 ainda afirma que o nível dos oceanos deve subir entre 29 e 82 centímetros até 2100, ameaçando a população de áreas de baixa altitude, como Bangladesh, Nova York, Londres e Buenos Aires. No último relatório do IPCC, divulgado em 2007, os cientistas haviam previsto um aumento de 18 a 59 centímetros no nível dos mares.
Em comunicado oficial, o Painel da ONU não quis comentar muito o assunto. A organização, apenas, lamentou o ocorrido e disse que a divulgação prematura e não autorizada do texto pode provocar confusão, já que o relatório ainda estava sendo produzido e, provavelmente, sofreria alterações até ser lançado.
A prévia do texto foi divulgada no blog de um cético do clima americano, chamado Alec Rawls, que queria provar que os sumários executivos dos relatórios do IPCC sofrem interferência política antes de serem lançados "para dar a impressão de que existe uma crise climática descontrolada e, assim, manter o público com medo". Rawls está entre os 800 revisores que foram recrutados pelo IPCC para checar as informações do AR5 e, por isso, tinha acesso ao documento.
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